terça-feira, 30 de março de 2010

Prepotencia



Se achava tão bom no que fazia que seguramente se arriscava a perder um trabalho...
e nem percebia....

domingo, 14 de março de 2010

iPod!


Acontece com todo mundo. Aí aconteceu com a gente.
Discutimos, discordamos, argumentamos, brigamos, enfim, silenciamos.
Quis dizer tantas coisas, mas não queria ouvir poucas.
A contenção de palavras, foi compensada com uma fuga ao shopping.

Vagando pelas vitrines, de repente eu o vi,de longe. Um magrelo minimalista, mas que consegue ter controle de quase tudo. Sempre consegue minha atenção e no final acabo ficando com ele. Pod?!

Ouça bem meu bem, sinto lhe informar, eu sinto prazer de ser quem eu sou, de estar onde estou. Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar? Mas nada do que foi será do jeito que já foi um dia. Valeu a pena. Não adianta fugir nem mentir pra si mesmo, as coisas não precisam de você, acreditamos na distancia entre nos.
Então vocé me ligou naquela tarde vazia, , disse que no fim da avenida existe uma chance, uma sorte, uma nova saída, tenho medo de ser só um alguém pra se lembrar, e que é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã.
Eu vou contando as horas, é preciso saber viver, o pulso ainda pulsa, vou deixar a vida me levar.
Aí alguma coisa acontece no meu coração, me vem um desejo doido de gritar, as vezes falo com a vida, as vezes é ela quem diz… o amor me pegou. Um telefonema bastaria, qualquer nota, qualquer noticia, continuar aquela conversa que não terminamos ontem… eu vejo a vida melhor no futuro...

Percebi que o silencio virou musica… a musica conversa… então tudo ficou mais tranquilo em mim.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Final 2...



Antes que tocasse a porta, ela se abriu sozinha. A expectativa foi maior que a duvida, então entrou na sala ainda escura. A janela estava aberta, fazendo uma corrente de ar entre as cortinas de um tecido bem fino que dançavam com o vento. Aquela brisa acalmava, quase hipnotizava. Estes poucos segundos foram tão intensos de lembranças e pensamentos. Foi quando de repente, ouviu um estampido que despertou seus momentos viajantes. Tão rápido que não conseguiu identificar se um estouro, um relampago, ou um tiro. As sombras agora se agitavam mais. Onde mesmo estava? Procurou reconhecer o espaço, descobrir, talvez se proteger... Lá ao fundo, um grande aquário refletia movimentos de águas que peixes enormes faziam agitar com mais vigor depois do barulho. E o barulho? Um presentimento, uma vontade de sair de lá. As batidas do coração, em compassos curtos. Buscou apressadamente a porta por onde entrou, mal podia ver dentro da escuridão. Alguns passos mais para achá-la... E para sua surpresa, quem antes convidava para entrar, agora fechada, impedia sua saída.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Final 1...



A mão gelada segura firme na maçaneta e abre a porta sem hesitar...
os movimentos desaparecem porque no mesmo instante, luzes se acendem, e vozes em uníssono cantam o tradicional "para-béns-a-vo-cê"...
Só alegria!