quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Magdalena....Carmen.... Frieda.... Kahlo!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Voce pode ser um doador...

de Sangue:
Hospital Santa Catarina
Av Paulista 200 4o andar bloco F
Bela Vista - SPaulo
fone: 3016 4111
2a a 6a das 08:00 as 18:00 h
sabado das 08:00 as 16:00 h
ou doe Palavras:
acesse e digite uma mensagem para os pacientes do Instituto Mario Penna.
Sua mensagem será exibida numa tela para os pacientes de cancer
enquanto recebem a medicação para o tratamento da doença.
www.doepalavras.com.br
domingo, 25 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Prepotencia
domingo, 14 de março de 2010
iPod!

Acontece com todo mundo. Aí aconteceu com a gente.
Discutimos, discordamos, argumentamos, brigamos, enfim, silenciamos.
Quis dizer tantas coisas, mas não queria ouvir poucas.
A contenção de palavras, foi compensada com uma fuga ao shopping.
Vagando pelas vitrines, de repente eu o vi,de longe. Um magrelo minimalista, mas que consegue ter controle de quase tudo. Sempre consegue minha atenção e no final acabo ficando com ele. Pod?!
Ouça bem meu bem, sinto lhe informar, eu sinto prazer de ser quem eu sou, de estar onde estou. Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar? Mas nada do que foi será do jeito que já foi um dia. Valeu a pena. Não adianta fugir nem mentir pra si mesmo, as coisas não precisam de você, acreditamos na distancia entre nos.
Então vocé me ligou naquela tarde vazia, , disse que no fim da avenida existe uma chance, uma sorte, uma nova saída, tenho medo de ser só um alguém pra se lembrar, e que é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã.
Eu vou contando as horas, é preciso saber viver, o pulso ainda pulsa, vou deixar a vida me levar.
Aí alguma coisa acontece no meu coração, me vem um desejo doido de gritar, as vezes falo com a vida, as vezes é ela quem diz… o amor me pegou. Um telefonema bastaria, qualquer nota, qualquer noticia, continuar aquela conversa que não terminamos ontem… eu vejo a vida melhor no futuro...
Percebi que o silencio virou musica… a musica conversa… então tudo ficou mais tranquilo em mim.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Final 2...

Antes que tocasse a porta, ela se abriu sozinha. A expectativa foi maior que a duvida, então entrou na sala ainda escura. A janela estava aberta, fazendo uma corrente de ar entre as cortinas de um tecido bem fino que dançavam com o vento. Aquela brisa acalmava, quase hipnotizava. Estes poucos segundos foram tão intensos de lembranças e pensamentos. Foi quando de repente, ouviu um estampido que despertou seus momentos viajantes. Tão rápido que não conseguiu identificar se um estouro, um relampago, ou um tiro. As sombras agora se agitavam mais. Onde mesmo estava? Procurou reconhecer o espaço, descobrir, talvez se proteger... Lá ao fundo, um grande aquário refletia movimentos de águas que peixes enormes faziam agitar com mais vigor depois do barulho. E o barulho? Um presentimento, uma vontade de sair de lá. As batidas do coração, em compassos curtos. Buscou apressadamente a porta por onde entrou, mal podia ver dentro da escuridão. Alguns passos mais para achá-la... E para sua surpresa, quem antes convidava para entrar, agora fechada, impedia sua saída.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Final 1...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Qual o final desta estória?

O corredor era longo e escuro, como aquelas salas replicadas uma após outra desses prédios comerciais.
Ao fundo, a ultima porta estava entreaberta... Uma luz tenue denunciava sombras de rápidos movimentos, mas o silencio calava tanto aquele lugar que só elas pareciam susurrar.
Então sem ruídos que rompessem aquele mistério, foi se aproximando em direção àquelas penumbras vagantes.
Por alguns instantes aguardou atrás da porta para identificar algum gesto, alguma figura, uma face, um som... as mãos geladas, prontas para abrir a porta, se moviam em direção à maçaneta...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
CCO
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